O Reino do Ketu é um local histórico, um reino
maravilhoso e ao mesmo tempo, misterioso.
O povo que lá habita até os nossos dias é
muito simples, amigo, hospitaleiro e, de boa índole.
O Reino do Ketu é uma das mais antigas capitais do
povo de língua Yorubá, o rastreio mitológico
de sua criação é uma solução
fundada por uma filha de Oduduwa.
Embora como toda antiga ascendência esta também
foi negligenciada na investigação histórica
contemporânea Yorubá, que tende a incidir sobre
as comunidades na Nigéria.
O status exato de Ketu dentro do Império de Oyo é
fundamental.
Um grande número de cidadãos do Reino do Ketu
foram vendidos como escravos, durante várias invasões,
fato que esclarece a importância do Reino do Ketu
no Candomblé aqui no Brasil.
Ketu é muitas vezes conhecido como Queto na ortografia
portuguesa.
As tradições do Reino do Ketu são conhecidas
como Amedzofe ("origem da humanidade") ou Mawufe
("casa do Ser Supremo").
Hoje, o Reino do Ketu é somente o nome de um antigo
reino da África, quase um vilarejo na região
agora ocupada pela República Popular do Benin e pela
Nigéria.
Hoje, o Ketu é a própria República
Popular de Benim e é limitado a norte pelo Burkina
Faso e pelo Níger, a leste pela Nigéria e
a sul pelo Golfo da Guiné e a oeste pelo Togo. O
território onde o Benim se localiza era ocupado no
período pré-colonial por pequenas monarquias
tribais, das quais a mais poderosa foi a do reinado Daomé.
A Nigéria é um dos grandes países da
África, limitado ao norte pelo Níger, a leste
pelo Chade e a sul pelos Camarões e pelo Golfo de
Guiné.
Tentei localizar no mapa abaixo o local exato da cidade
do Ketu, que hoje nada mais é que uma simples vila,
mas onde até hoje vivem os mais antigos ZELADORES
DE ORIXÁ do ALTO CANDOMBLÉ YORUBÁ -
São os Zeladores que mais preservam a cultura e os
rituais do Alto Candomblé em toda a sua essência
.
